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Qual a importância do ensino de Geografia?

A Geografia é uma ciência humana, que tem por objetivo compreender o espaço geográfico e as relações que nele ocorre, analisando a interação do homem com a natureza.

Estudar Geografia é uma oportunidade para compreender o mundo em que estamos inseridos. Porém, devemos partir de alguns princípios geográficos para facilitar nosso entendimento, são eles: Analogia, Conexão, Diferenciação, Distribuição, Extensão, Localização e Ordem. Nos próximos posts abordaremos mais sobre cada princípio geográfico.

A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) está estruturada nos principais conceitos da Geografia, para ser trabalhado na educação, que são:

A Base reforça ainda a ideia da Geografia como um componente importante para entender o mundo, a vida e o cotidiano. Desenvolver nos estudantes o raciocínio geográfico e a compreensão do mundo.

A compreensão desses conceitos faz com que facilite a aprendizagem da ciência geográfica, deixando os alunos com uma visão mais crítica, e uma nova percepção de mundo. Atualmente a geografia é dividida e estudada em duas correntes, a Geografia Física e a Geografia Humana.

A Geografia física trabalha os fenômenos naturais existentes na superfície terrestre. Já a Geografia Humana trabalha a sociedade e seu desenvolvimento no meio onde estão inseridos.

Existem vários fatores que diferenciam uma da outra, e discutiremos essas diferenças nas próximas publicações.

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Como utilizar mapa mental em sala de aula?

Como utilizar mapa mental em sala de aula? è uma ferramenta….Em sala de aula, alguns alunos apresentam dificuldades para interpretar, abstrair, compreender e resolver problemas, estabelecer relações sociais, compreender e seguir regras e utilizar-se de atividades práticas e cotidianas. Podem apresentar funções cognitivas deficientes e que torna a figura do professor em mediador, tendo como objetivo identificar as funções cognitivas deficientes por meio da sua mediação eficaz e, de intervir de maneira significativa a fim de obter um resultado, a modicabilidade.
Com o interesse em potencial dos educandos com a temática das obras de arte, professorem podem propor atividades de letramento e alfabetização a partir de obras de arte. Nessas atividades é importante utilizar sequências didáticas para contemplar diversas áreas do conhecimento.
Selecionando e analisando atividades e tendo como base a lista de funções cognitivas deficientes de Reuven Feuerstein, percebe-se que na fase de Input a função cognitiva que mais fica evidente é a “Falta, ou deficiência, de ferramentas verbais receptivas e conceitos diferenciados que afetam a discriminação”, pois a dificuldade inicial do aluno pode sere em verbalizar de modo preciso o que percebe na leitura das obras de arte. O professor mediador deve propor uma leitura das imagens de forma separada, ou seja, elemento por elemento, para que fique mais clara a leitura.

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Mediação na aprendizagem

Em sala de aula, alguns alunos apresentam dificuldades para interpretar, abstrair, compreender e resolver problemas, estabelecer relações sociais, compreender e seguir regras e utilizar-se de atividades práticas e cotidianas. Podem apresentar funções cognitivas deficientes e que torna a figura do professor em mediador, tendo como objetivo identificar as funções cognitivas deficientes por meio da sua mediação eficaz e, de intervir de maneira significativa a fim de obter um resultado, a modicabilidade.
Com o interesse em potencial dos educandos com a temática das obras de arte, professorem podem propor atividades de letramento e alfabetização a partir de obras de arte. Nessas atividades é importante utilizar sequências didáticas para contemplar diversas áreas do conhecimento.
Selecionando e analisando atividades e tendo como base a lista de funções cognitivas deficientes de Reuven Feuerstein, percebe-se que na fase de Input a função cognitiva que mais fica evidente é a “Falta, ou deficiência, de ferramentas verbais receptivas e conceitos diferenciados que afetam a discriminação”, pois a dificuldade inicial do aluno pode sere em verbalizar de modo preciso o que percebe na leitura das obras de arte. O professor mediador deve propor uma leitura das imagens de forma separada, ou seja, elemento por elemento, para que fique mais clara a leitura.